domingo, junho 16, 2024
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Clínica de vacinas de BH cria painel para neutralizar emissão de gás carbônico

Leonardo Henriques, da Vaccine Castelo BH (Crédito: Divulgação)

 

Nunca se falou tanto sobre a importância da vacinação como nos últimos meses. A pandemia da Covid-19 reforçou a importância desse ato de cuidado individual e seus reflexos diretos para a segurança da população, estimulando o surgimento de campanhas de conscientização coletiva sobre o tema. A Vaccine Castelo BH é uma das marcas que abraçou esse movimento e foi além. Recém-chegada a Belo Horizonte, a clínica paranaense desenvolveu um projeto especial que combina promoção da saúde e sustentabilidade, mostrando que estamos todos conectados em um mesmo ecossistema. A iniciativa batizada de Eco 2021 engloba a criação de um painel natural com 700 mudas, que será capaz de neutralizar cerca de 1 toneladas de gás carbônico (CO₂) a cada três anos, além da distribuição de outras 10 mil mudas aos seus clientes, espalhando o verde pela cidade.

 

A proposta foi desenvolvida pela equipe mineira com o objetivo de incentivar valores de empatia e proteção ao meio ambiente nas novas gerações, deixando um legado afetivo para as famílias. “Ao longo desses 20 anos de mercado, entendemos que o nosso compromisso com a promoção da saúde das pessoas deveria ir além da oferta de uma imunização de qualidade e começamos a incentivar ações de cuidado que garantam o bem-estar das futuras gerações. O Eco 2021 tem o intuito de mostrar, de forma lúdica, que somos responsáveis por aquilo que cultivamos e que prevenção e preservação são valores que devem caminhar juntos”, explica Leonardo Henriques, gerente comercial da marca em Minas Gerais.

 

O painel verde de 35 m² foi projetado pela 180º Engenharia para a Vaccine Castelo BH, localizada no bairro Santo Antônio, evidenciando o compromisso da marca com o meio ambiente. “Esse espaço, além de trazer beleza e respiro à nossa unidade, permitiu a reciclagem de cerca de meia tonelada de papelão, presente em caixas de leite, e filtrará, anualmente, o CO₂ dispensado por quase 2 mil carros pequenos”, aponta Leonardo.

 

A iniciativa sustentável ganhou ainda mais força e representatividade ao envolver os clientes das quatro unidades do grupo no país, três delas localizadas no Paraná, nos municípios de Curitiba, Pato Branco e Francisco Beltrão. “A cada primeira vacinação na clínica, o paciente leva para casa uma muda de planta, espalhando a beleza e o significado do projeto pelas cidades. Nossa meta é distribuir neste ano mais de 10 mil mudas e, assim, contribuir, minimamente, para que a pessoa abrace essa causa e nos ajude na missão de reduzir os impactos da poluição em nossa região”, garante o gestor.

Vaccine Castelo BH (Crédito: Divulgação)

 

Uma nova experiência – Apesar de ensaiar os primeiros passos em terras mineiras, a Vaccine Castelo BH traz na bagagem um conceito inovador que é sucesso há duas décadas no Sul do país. Sua proposta ressignifica o momento da vacinação, a partir de uma experiência lúdica, capaz de encantar pessoas de todas as idades. “O nosso propósito é transformar a jornada do cliente que vai se vacinar, considerando diversos aspectos, desde a infraestrutura até o atendimento. Nossa fachada tem formato de castelo – inspiração para o nome –, contamos com salas temáticas, que reforçam o ambiente lúdico, e com espaços interativos, como a brinquedoteca e o carrossel”, revela Leonardo Henriques.

 

Para o gestor comercial, o principal diferencial do serviço é a empatia com o paciente. “A criança é acolhida desde a chegada pelos profissionais técnicos (responsáveis pela aplicação da vacina), em uma abordagem leve e informativa que as empodera e encoraja. Não conseguimos evitar o desconforto da “picadinha”, mas, criamos uma atmosfera de confiança e segurança, que minimiza o nervosismo e o estresse do momento”, afirma o gerente comercial, destacando que há salas e condutas específicas também para os adultos mais temerosos.

 

A metodologia trouxe mais tranquilidade para Aline Miranda. Como tantas outras mães, ela sofria ao ver o medo de sua filha na hora da vacinação. “Vacinar sempre foi uma experiência traumática e desgastante. A Ísis (2 anos) chorava muito ao chegar no lugar e demorava a se acalmar depois de sair. A nossa experiência na clínica foi surpreendente. Ela não percebeu, em um primeiro momento, o motivo de estar ali. Brincou, interagiu com a equipe e ganhou um balão. O choro no momento da vacinação era inevitável, mas ele logo foi interrompido por uma distração oferecida pelos profissionais”, conta Aline. Segundo ela, a experiência valeu a pena e mudou sua percepção. “Nos sentimos acolhidos e todo o processo foi conduzido com carinho e cuidado, sem que fosse necessário investir mais do que o previsto no serviço”, explica.

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